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sábado, 4 de maio de 2019

REPERCUTE CASO DE FAMÍLIA EMPREGADA NO GABINETE DE TONI CUNHA: É LEGAL, MAS IMORAL








 Ainda repercute não só no meio político de Marabá, mas principalmente nas mídias sociais




A denuncia feita pelo influenciador digital e estudante do curso de direito, Noé Lima, no final da tarde desta segunda-feira, apontando uma família inteira de correligionários políticos do deputado estadual Toni Cunha (PTB), empregados em seu gabinete, com salários que juntos ultrapassam os 27 mil reais por mês.

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Trata-se da mãe, esposa e irmã do candidato derrotado a vereador em Marabá, nas últimas duas eleições municipais, Cristino Carreiro, que de toda família, segundo dados que constam no portal da transparência da Assembléia Legislativa do Pará - ALEPA, é o mais bem pago, com seus R$ 9.068,60 mensais.

A mãe de Cristino, uma senhora com mais de 60 anos de idade, ocupa o cargo de secretária parlamentar, no gabinete do deputado Toni Cunha, com o salário de R$ 3.758,70.

Já a esposa de Carreiro aparece como secretária no gabinete parlamentar, com o salário de R$ 7.068, 60. A irmã de Cristino, Noéli Carreiro, também recebe o salário de secretária parlamentar, no valor de R$ 7. 068.60.





Assim que divulgada nas mídias sociais, a informação logo viralizou em vários grupos de WhatsApp, no Facebook e Twitter. Vários apoiadores da campanha à deputado de Toni em 2018, demonstraram insatisfação em saber que o agora deputado privilegiou uma família inteira de correligionários, com salários astronômicos, em detrimento de muitos outros que também o apoiaram e até então não tiveram as mesmas oportunidades.

Alguns chegaram até a especular se o montante de quase 30 mil ficaria realmente com a família Carreiro, já que é de notório saber que há no sistema politico parlamentar brasileiro, uma tática de vereadores, deputados e senadores denominada "rachadinha", na qual o político confisca metade dos salários de assessores, muitas vezes com salários altos por isso, como forma de financiamento das próximas campanhas e outras ilicitudes.

Vide o caso do filho do presidente da república e senador pelo PSL do Rio de Janeiro, Flávio Bolsonaro, e seu ex-assessor Fabrício Queiroz, exonerado após a divulgação do escândalo.

Em resposta ao episódio, em postagem em sua página do Facebook, o deputado estadual Toni Cunha disse que as contratações não são ilegais, e que "como não emprega parentes, bandidos e desocupados, alguns destes se preocupam, por exemplo, com Dona Aura" (mãe de Cristino), que segundo ele são "pessoas simples, de bem, batalhadoras e que gozam de minha inteira confiança.




E, o mais importante, dona Aura, embora idosa, tem mais disposição que muito jovem preguiçoso e rebelde sem causa".

Realmente a contratação da família Carreiro, como disse o deputado, não é ilegal. Porém o fato não seria anormal se o politico que estivesse fazendo isso não fosse Toni, que entrou na política em 2016, ainda como pré-candidato à prefeito de Marabá pela Rede Sustentabilidade, pregando justamente a ruptura com essas práticas da "velha política".

Chegou a fazer toda uma campanha de marketing tanto em 2016, quanto em 2018 exaltando o fato de ser delegado da Polícia Federal e ter trabalhado por um período na famosa operação anticorrupção "Lava-Jato", se comprometendo em fazer diferente. 
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Infelizmente o discurso de Toni não durou o primeiro ano como deputado, e ao "bater o pé" e dizer continuar com uma família inteira se beneficiando mensalmente com mais de 27 mil reais em recursos públicos, assume uma atitude legal, porém imoral, vista á realidade do país, em uma estagnação econômica  com mais de 13 milhões de desempregados e os governos com graves dificuldades orçamentárias.
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PARCEIROS DA FOLHA DO PARÁ



































































Um comentário:

  1. O PT é um partido bregaço, Kitsch político, atrasado, com cabeça no século XX. Baranguérrimo; hiper defasado. Cafonérrimo. Só atura isso, quem é atrasado.

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