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segunda-feira, 9 de julho de 2018

A ESTRATÉGIA POLÍTICA DO PT POR TRÁS DE TENTATIVA FRUSTRADA DE LIBERTAR EX-PRESIDENTE LULA SAIBA TUDO..

O despacho gerou um fato político importante para o PT. A decisão favorável a Lula pode servir para ecoar a narrativa da direção do partido sobre perseguição política ao ex-presidente e tentativa de retirá-lo da disputa eleitoral


Se a decisão do desembargador plantonista do TRF-4 Rogério Favreto de soltar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não produziu efeitos jurídicos - e o petista segue preso na carceragem da Polícia Federal em Curitiba



LEIA A METRIA COMPLETA..
http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2018/07/09/a-estrategia-politica-do-pt-por-tras-de-tentativa-frustrada-de-libertar-ex-presidente-lula.htm


COM TEMER FORA DO PAÍS E CÁRMEN LÚCIA NA PRESIDÊNCIA, PETISTAS AVALIAM ESTRATÉGIA SOBRE LULA NO STF
Advogados próximos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e petistas que acompanham a situação dele avaliam, nos bastidores, qual estratégia jurídica adotar após o embate de decisões deste domingo sobre a soltura e manutenção da prisão.



Uma das avaliações – tanto entre petistas quanto entre integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF) – é a de se o partido pode entrar com um recurso, por exemplo, uma reclamação no próprio STF, ainda durante o recesso do Poder Judiciário, para contestar a decisão do presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4).

Segundo advogados do PT, este recurso seria possível "desde que contrarie alguma decisão" do próprio Supremo. Eles argumentam existir uma decisão do ministro Marco Aurélio dizendo que vale a decisão do plantonista, mas ponderam que ainda estão levantando esta informação.

Fontes ouvidas pelo blog afirmam que uma das apostas, neste cenário, é aproveitar o recesso porque, neste cenário, o presidente Michel Temer estará fora do país em viagens oficiais. Estão previstas viagens para Cabo Verde (17 e 18/7), México (23 e 24) e África do Sul (25 a 27/7).

Como os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), não podem assumir a Presidência da República – senão eles ficarão inelegíveis –, assume a Presidência da República a presidente do STF, a ministra Cármen Lúcia.


Cármen Lúcia já assumiu a Presidência da República em duas ocasiões em abril e em junho deste ano.

Se a ministra não acumular a presidência do STF, assume a presidência da Corte o ministro Dias Toffoli, que é o vice. Segundo o blog apurou, não está descartado que a ministra acumule as duas presidências. Ela acumulou os dois cargos nas duas vezes em que substituiu o presidente Michel Temer.

Em 2014, quando era presidente do STF, o ministro Ricardo Lewandowski assumiu a Presidência da República sem deixar o comando da Corte durante viagem da presidente Dilma Rousseff (PT) aos Estados Unidos, para a 69ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

Para advogados, o ministro Toffoli tem perfil diferente de Cármen Lúcia – que não colocou em pauta, por exemplo, a revisão do debate em segunda instância no STF.

O ministro faz parte da segunda turma da corte, cuja maioria toma decisões contrárias a decisões da Lava Jato – o que anima alvos da investigação.

Por isso, fontes ligadas a Lula discutem o eventual cenário.
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 Por Andréia Sadi do GI para o Jornal Folha do Pará/Marabá
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