PARA ONDE VÃO OS R$ 51 MILHÕES DO TESOURO PERDIDO DE GEDDEL? SAIBA...

 A maior parte do dinheiro atribuído ao ex-ministro será armazenado em banco público até decisão judicial – Geddel é acusado de desvios na Caixa
 

Nesta terça-feira, a Polícia Federal deflagrou a Operação Tesouro Perdido, terceira fase da investigação batizada de Cui Bono?, que apura um esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal. Seguindo a pista de uma ligação anônima, a PF chegou a um apartamento em Salvador que seria utilizado como um “bunker” por Geddel Vieira Lima, ex-vice-presidente do banco e ex-ministro do governo do presidente Michel Temer (PMDB).

O imóvel é de propriedade de Silvio Silveira, que o teria emprestado a Geddel supostamente para armazenar documentos herdados do seu pai, falecido em 2016. O que os agentes não esperavam é que o mandado de busca e apreensão autorizado pelo juiz federal Vallisney de Souza Oliveira fosse resultar na maior apreensão de dinheiro vivo da história do país. Em malas e caixas, foram encontrados um total de R$ 51.030.866,40 – divididos em R$ 42.643.500 e US$ 2.688.000,00, que na cotação atual equivale a R$ 8.387.366,40.
Ironicamente, a maior parte do dinheiro, ainda que não de forma definitiva por enquanto, terá como destino um banco público – a Caixa ou o Banco do Brasil. Os dólares, por sua vez, serão armazenados pelo Banco Central. A PF explica que, em um primeiro momento, o dinheiro em espécie é tratado da mesma forma que todos os demais objetos, documentos, dispositivos eletrônicos, entre outros, que forem apreendidos em uma operação policial.

Após a busca, tudo o que foi retirado deve ser catalogado e lacrado, como os sacos exibidos pela polícia após a contagem dos valores ligados ao ex-ministro, e posteriormente registrado em um inventário, que passa a constar dos autos do processo. A partir desse momento, os valores são encaminhados às instituições bancárias para serem depositados em uma conta judicial, inacessíveis ao acusado.

A decisão final será do juiz responsável pelo caso. Geddel pode tentar comprovar que o dinheiro é “evidentemente lícito” e obtê-lo de volta de forma rápida. Essa comprovação pode ser feita se, por exemplo, o acusado puder indicar que fez uma venda lícita de um carro para outra pessoa e recebeu o pagamento em dinheiro, tudo de forma documentada. Ou seja, se os valores tiverem uma origem lícita que possa ser atestada.
Independentemente das alegações do ex-ministro, o juiz pode optar pela retenção total ou parcial de valores a fim de garantir o cumprimento de uma eventual sentença. Além da pena de cadeia, Geddel, se for considerado culpado, pode ser obrigado a pagar uma multa referente ao prejuízo causado à União. Caso haja dinheiro em seu nome bloqueado, este é encaminhado para o ente público lesado pelo crime, no caso, a própria Caixa.

Por Guilherme Venaglia
______________________________________________________________________________
EMPRESAS  PARCEIRAS DO JORNAL FOLHA DO PARÁ
OLIVA'S RESTAURANTE -- MARABÁ/PA
C & A -- CONHEÇA NOSSAS NOVIDADES E PROMOÇÕES -- CONFIRA
FERRO NORTE -- Marabá/Pa
VALE -- ESTAMOS PRESENTES EM CERCA DE 30 PAÍSES AO REDOR DO MUNDO
MARALUZ -- MARABÁ/PA
ELETROBRAS
DOM PISCINA -- MARABÁ/PA

DOSE EXATA FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO -- MARABÁ/PA

DNA -- INGLÊS ILIMITADO -- EM MARABÁ/PA
UNIMED BELÉM - INVESTINDO CADA VEZ MAIS NA SAÚDE DOS PARAENSES




MARABÁ/PA -- IMPRESSÕES MAIS - MAIS QUALIDADE MAIS RESULTADO

BANCO DO BRASIL - CHEGOU A CONTA FÁCIL





LOJAS VALD'LAR - MOVÉIS NOVOS E USADOS -- MARABÁ/PA









 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

About James Paraguassu

This is a short description in the author block about the author. You edit it by entering text in the "Biographical Info" field in the user admin panel.
    Blogger Comment
    Facebook Comment