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EXCLUSIVO: ÍTALO IPOJUCAN, PRESIDENTE DA ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL DE MARABÁ (ACIM), COMENTA POLÊMICA DA SEMANA SOBRE A CEVITAL


 Notícia veiculada esta semana, por impresso local, colocando em xeque a instalação na cidade da siderúrgica argelina Cevital, causou desassossego no meio empresarial e protestos na Câmara Municipal de Marabá. Além de ter gerado especulações de toda sorte e incertezas no seio da população, que, com a nova indústria, espera amenizar a crise que se abate sobre Marabá, reflexo da onda nacional de abalo econômico e político.
Para esclarecer o público, na última sexta-feira, dia 9, ninguém menos que o presidente da Associação Comercial e Industrial de Marabá (Acim), o empresário Ítalo Ipojucan Araújo Costa, que participa da comissão encarregada de nortear as negociações para que a Cevital esteja presente em Marabá em breve.
A notícia veiculada classifica como uma “incógnita” a instalação da siderúrgica em Marabá e, depois, cita reunião do novo presidente da Vale com o governador para discutir elementos que travam ou impedem essa instalação.
Mais adiante o texto relata reunião dos vereadores com o senador Paulo Rocha, discutindo o tema Cevital, e conclui com avaliação de que deveriam contar com o auxílio dos deputados da região para unir forças para a implantação dessa siderúrgica.
Iniciativa do governo
A seguir, veja o que disse o presidente da Acim: “Ora, a iniciativa de debater a possibilidade de encontrar um cenário favorável para a implantação de uma siderúrgica em Marabá foi do Governo do Estado, levada a termo pela Secretária de Desenvolvimento, na pessoa de seu titular Adnan Demachki”.
Portanto, segundo Ítalo, como agente indutor do movimento, Ítalo acredita que um convite da Câmara Municipal ao secretário, para expor o status dos trabalhos, “seria interessante e certamente ele o fará, isento de componentes e ou contaminações políticas, o que é extremamente importante”.
No Brasil – lembra o presidente da Acim – os gigantes do setor siderúrgico anunciavam ociosidade da capacidade instalada, reduziam sua produção com fechamento de unidades e, consequentemente, dos empregos. “Num cenário desses, a iniciativa do Estado em estabelecer a condição de encontrar agentes para empreender nesse segmento foi no mínimo ousada. Melhor ainda foi definir Marabá como a localidade de uma eventual futura implantação. Sem dúvida, por entender a lógica do desenvolvimento do Estado, pautado na diversificação de negócios ao longo do seu território, respeitando a vocação natural de cada região”, justifica Ipojucan.
O início
“O trabalho teve seu começo em conversas que envolviam o Estado e a Vale, posteriormente ganhou um aliado em potencial, a Cevital. A evolução, se considerarmos que essa conversa iniciou em 2015 e o universo que representa um empreendimento desse porte, evoluiu e muito rapidamente”, conta o empresário.
Ele lembra que um evento de grande porte foi realizado em Marabá, contando com a presença dos principais envolvidos, o Governo do Estado, a Vale, a Cevital e a comunidade local. “Na ocasião, de forma bem transparente, ocorreu explanação sobre o objetivo de desenvolverem estudos e negociações que criassem um cenário viável para esse empreendimento. Todos os principais atores se pronunciaram na ocasião e, em comum, destacaram o compromisso na elaboração dos estudos e seus desdobramentos”, recorda.
“Óbvio que o empreendimento é tudo o que a região deseja, mas, convenhamos, não é possível a reprise de um filme que assistimos em passado recente com o Alpa. Assim, a prudência foi a máxima adotada pelos agentes envolvidos, de forma a não criar nenhuma onda alvissareira. Um movimento pé no chão como se diz”, pondera o presidente da Acim.
Pressão não contribui
Ítalo diz que, como a comunidade tem conhecimento desse trabalho, entende e acha natural os questionamentos, as indagações. Mas afirma que é preciso estar claro que um projeto desses não deixa margem para aventuras. “É musculoso, exige na sua construção a solução de equações complexas e que dependem da sintonia fina dos parceiros na construção”, explica ele, argumentando que a comunidade tem de respeitar o tempo de realização e conclusão dos estudos de viabilidade do empreendimento.
“Não vejo pressão neste momento como algo que possa contribuir. Pelo contrário, pode sim prejudicar e comprometer o andamento dos trabalhos. É preciso entender o básico, se você quer atrair o empreendedor, o movimento é o de dar segurança e criar facilidades”, adverte.
Compromisso da Cevital
“Como tenho participado efetivamente de etapas e desdobramentos desse trabalho, o que posso colocar é que observo o Governo do Estado e Vale afinados com essa construção e, no novo presidente da mineradora, a natural continuidade de compromissos com o Estado”, garante Ítalo.
O presidente da Acim declara que discorda da afirmação de uma possível desistência da Cevital por divergências com precificação de minério com a Vale. “Falo com toda a certeza porque participei de diversos momentos comuns. Aliás, com substancial ajuda técnica da Vale, o que demonstra o grau de compartilhamento de compromissos que a Cevital, desenvolveu e continua a elaborar e promover ajustes, adequações no seu projeto, buscando a viabilidade pretendida”, sustenta.
“Por fim, me dedico à questão e pela sua viabilidade ao final dos estudos. Contudo, caso os estudos da Cevital apontem a inviabilidade, para mim ela será inviável com a Cevital. Com o Estado e Vale como parceiros, amanhã teremos outro empreendedor, é uma questão de tempo”, conclui.
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